Nos últimos três jogos do Brasileiro, defesa do Galo obteve média próxima ao ‘padrão 2021’

No Mineiro e nas partidas já disputadas pela Libertadores e pela Copa do Brasil, o setor defensivo do Atlético demonstrou um desempenho deveras positivo. Em cada uma dessas competições, chegou a uma média de 0,5 gol sofrido por jogo – no Estadual, foi de exatamente 0,53 por duelo. No Brasileirão, a situação é diferente, mas, após uma fase de instabilidade, a equipe exibiu, nos três últimos embates, números próximos àqueles alcançados nos demais torneios.

O Alvinegro vivenciou um período de gangorra na Série A. Depois de levar dois gols na derrota para o Fortaleza, por 2 a 1, na estreia, passou três confrontos consecutivos sem ter a meta vazada (trinca de 1 a 0 sobre Sport, São Paulo e Internacional).

Porém, em seguida, levou cinco bolas na rede, em partidas contra Chapecoense (1 a 1), Ceará (derrota por 2 a 1) e Santos (revés por 2 a 0). Ou seja, nesse período, a média foi de 1,67 gol por duelo.

Só que, nos desafios posteriores, Cuca conseguiu arquitetar estratégias mais sólidas, e os jogadores colocaram em prática as instruções do comandante. Nas vitórias em cima de Atlético-GO (4 a 1), Cuiabá (1 a 0) e Flamengo (2 a 1), o Galo sofreu somente dois tentos, o que significa 0,67 por jogo, número próximo das médias obtidas nas outras competições.

Diante do Urubu, Cuca apostou em uma linha de três zagueiros, tendo Nathan Silva como principal novidade. Deu certo, e agora o time convive com uma disputa sadia na defesa, com Réver, Alonso e Rabello como outras opções – Gabriel está de malas prontas para o futebol japonês.

Temporada

Campeão mineiro, o Atlético encerrou o torneio com a defesa menos vazada: oito gols em 15 embates. Na Libertadores, sofreu apenas três tentos, em seis rodadas, tendo a quarta melhor retaguarda entre os 32 clubes da fase de grupos. Na Copa do Brasil, levou somente um nos dois duelos com o Remo.

No Brasileirão, são nove gols em dez jornadas realizadas: 0,9 por confronto. Uma média considerada boa até agora e que pode diminuir ainda mais se o setor defensivo continuar a evoluir.

Fonte: Hoje em Dia

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