Mozart admite dificuldade de encontrar sistema; sete jogadores já foram testados na zaga do Cruzeiro

Desde que estreou pelo Cruzeiro, na terceira rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, o técnico Mozart não conseguiu repetir a escalação da equipe. Além das alterações nas posições do time jogo após jogo, o treinador tem mexido no esquema tático, a fim de tentar encontrar um equilíbrio, principalmente entre a defesa e o ataque. Sob o comando dele, a Raposa vive uma gangorra entre um sistema defensivo que, por muitas vezes, fica exposto e um setor ofensivo inoperante.

Uma das principais dúvidas começa lá atrás. O treinador experimentou o Cruzeiro com dois ou três zagueiros e ainda não conseguiu definir um dos esquemas para a sequência da competição. Em oito partidas, a formação com três beques foi utilizada metade das vezes. Dentro disso, Mozart também mexeu muito nas peças, por questões de lesão e suspensão, mas também por opção.

A improvisação de Matheus Barbosa na zaga contra o Brasil de Pelotas foi uma das tentativas que mais surpreenderam. De acordo com o técnico, a opção foi pensada para que houvesse uma melhora na saída de bola. Porém, ofensivamente, Matheus é o destaque da temporada, com sete gols, justamente porque joga em um setor que o permite se movimentar para chegar em condição de conclusão.

Com o deslocamento do volante para a zaga, Mozart chegou a utilizar sete jogadores no setor defensivo: Joseph, Ramon, Eduardo Brock, Paulo, Weverton, Léo Santos e o próprio Matheus Barbosa, sendo que ainda falta Rhodolfo para estrear.

Até Rômulo já jogou na zaga contra o Brasil de Pelotas. Porém, foi deslocado por uma situação de jogo, após a saída precoce de Matheus Barbosa por uma lesão – diferentemente dos demais que iniciaram os jogos na função.

Dentro dessa ideia de esquema com três zagueiros, um novo desafio coube a Felipe Augusto: jogar como um ala, dando profundidade ao ataque celeste e ajudando a fechar espaços quando necessário. Bruno José e Sóbis foram titulares em sete dos oito duelos no setor ofensivo, enquanto Airton, Thiago e Bissoli – esse último não foi relacionado nas últimas partidas – aparecem por fora dependendo novamente do esquema, uma vez que o treinador tem optado em alguns jogos por escalar o time com dois meias de criação: Marcinho e Giovanni.

Sobre o quebra-cabeças, Mozart assumiu, após o empate por 0 a 0 com o Coritiba, nessa terça-feira (6), que ainda não encontrou um esquema ideal para as características dos jogadores e ressaltou estar ciente sobre como a quantidade de mudanças afeta o entrosamento e a criação de uma padrão para o time.

“As trocas foram, na maioria das vezes, por questão física, pela sequência. É humanamente impossível fazer um jogo a cada três dias e manter um nível físico para esses jogos. A mudança de sistema é porque nós ainda não encontramos um sistema ideal para as características desses jogadores. Nós já jogamos com três zagueiros, com dois. Nós fomos efetivos com três zagueiros, mas não fomos efetivos na frente. Com uma linha de quatro, fomos efetivos à frente, mas sofremos algumas situações atrás. Então, eu estou em busca do melhor sistema, em busca da melhor formação e é minha função fazer isso. Perde padrão em alguns momentos? É óbvio que perde. A mudança de sistema e de jogadores, pela falta de tempo, acaba perdendo entrosamento. Muitas vezes é por necessidade. Eu estou buscando, ainda, a formação ideal e de sistema. Então, nesse espaço curto de tempo, eu tenho que buscar soluções para nós voltarmos a vencer”, avaliou.

O Cruzeiro volta a campo neste sábado (10), contra o Botafogo, às 16h30, no estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro, com o objetivo de voltar a vencer após três empates consecutivos na Série B do Campeonato Brasileiro.

Dentro dessa ideia de esquema com três zagueiros, um novo desafio coube a Felipe Augusto: jogar como um ala, dando profundidade ao ataque celeste e ajudando a fechar espaços quando necessário. Bruno José e Sóbis foram titulares em sete dos oito duelos no setor ofensivo, enquanto Airton, Thiago e Bissoli – esse último não foi relacionado nas últimas partidas – aparecem por fora dependendo novamente do esquema, uma vez que o treinador tem optado em alguns jogos por escalar o time com dois meias de criação: Marcinho e Giovanni.

Sobre o quebra-cabeças, Mozart assumiu, após o empate por 0 a 0 com o Coritiba, nessa terça-feira (6), que ainda não encontrou um esquema ideal para as características dos jogadores e ressaltou estar ciente sobre como a quantidade de mudanças afeta o entrosamento e a criação de uma padrão para o time.

“As trocas foram, na maioria das vezes, por questão física, pela sequência. É humanamente impossível fazer um jogo a cada três dias e manter um nível físico para esses jogos. A mudança de sistema é porque nós ainda não encontramos um sistema ideal para as características desses jogadores. Nós já jogamos com três zagueiros, com dois. Nós fomos efetivos com três zagueiros, mas não fomos efetivos na frente. Com uma linha de quatro, fomos efetivos à frente, mas sofremos algumas situações atrás. Então, eu estou em busca do melhor sistema, em busca da melhor formação e é minha função fazer isso. Perde padrão em alguns momentos? É óbvio que perde. A mudança de sistema e de jogadores, pela falta de tempo, acaba perdendo entrosamento. Muitas vezes é por necessidade. Eu estou buscando, ainda, a formação ideal e de sistema. Então, nesse espaço curto de tempo, eu tenho que buscar soluções para nós voltarmos a vencer”, avaliou.

O Cruzeiro volta a campo neste sábado (10), contra o Botafogo, às 16h30, no estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro, com o objetivo de voltar a vencer após três empates consecutivos na Série B do Campeonato Brasileiro.

Fonte: Hoje em Dia

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