Cuca ‘resolve’ problema do excesso de cartões, e Galo passa ileso nos últimos dois jogos

A quantidade de cartões amarelos durante o Campeonato Mineiro e a Libertadores chegou a ser preocupação para o técnico Cuca. No entanto, nos últimos dois duelos, a equipe atleticana passou ilesa nesse sentido. Contra o Remo, pela Copa do Brasil, e o São Paulo, pelo Brasileirão, nenhum jogador reclamou ou fez faltas que valessem esse tipo de advertência, segundo a arbitragem.

Antes das duas últimas partidas, o Atlético havia recebido 58 cartões amarelos, entre confrontos do Mineiro, da Libertadores, da Copa do Brasil e do Brasileiro na temporada; média de 2,23 por jogo. Ainda na semifinal do Estadual, após o segundo embate contra o Tombense, Cuca havia levantado a questão sobre como poderia trabalhar para que os atletas tivessem mais calma nas ações, justamente para que não houvesse riscos de ficar com um a menos nas partidas.

“Não vejo com naturalidade, porque você fica à mercê de tomar um cartão vermelho a qualquer momento. Um lance em que o adversário pode tirar proveito numa bola, de repente, interpretada pelo juiz, como toque de mão ou alguma coisa assim. Você fica com um jogador a menos. Eu já fiquei com um jogador a menos em competições de mata-mata e tive problemas”, ponderou.

“Então, a gente tem que tirar lições disso. Ainda mais nessa posição (volante), que é uma posição de maior marcação, você tem que evitar tomar cartão. A gente vai trabalhar bem quanto a isso”, completou.

Os mais advertidos do Galo 

Se a média de cartões é de mais de dois por partida do Atlético, muito se deve a dois jogadores em especial: o volante Allan, com sete cartões, e o zagueiro Igor Rabello, com seis. Recentemente, em entrevista coletiva, o volante se defendeu dos altos números de cartões com a camisa alvinegra. Se contarmos a temporada passada, Allan soma 22 amarelos e quatro vermelhos em 64 jogos. Na visão do atleta, existe uma “marcação” dos árbitros com ele.

“Na verdade, está uma marcação comigo que eu não sei o porquê. Nunca fui um jogador desleal. O jogo contra o Fortaleza foi exemplo disso, que, para mim, não foi falta, mas o juiz marcou falta. Eu não entendi o porquê. Foi instrução que veio de fora, que passaram para ele. Eu o escutei falando, e isso tem que melhorar. Nunca fui um jogador desleal”, disse Allan.

 

Fonte: Hoje em Dia

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