Conselho Gestor se reunirá para debater fase do Cruzeiro em campo e avaliar trabalho de Adilson

Apesar dos números ruins no ano, a tendência é que o treinador siga no cargo

Integrantes do Núcleo Dirigente Transitório do Cruzeiro se reunirão, nesta quinta-feira, para debater a fase da equipe e avaliar o trabalho de Adilson Batista. Apesar dos números ruins na temporada (11 jogos, quatro vitórias, quatro empates e três derrotas), a tendência é que o treinador siga no comando do time.

Esse, pelo menos, é o desejo da maioria do grupo, inclusive do interlocutor do departamento de futebol, Carlos Ferreira. A opinião do dirigente tem um peso a mais neste momento, uma vez que é ele quem vive o dia a dia da Toca da Raposa II.
Os gestores do Cruzeiro avaliam que Adilson merece ter a oportunidade de treinar o time com todas as peças à disposição. O treinador ainda não pôde utilizar, por exemplo, os zagueiros Ramon e Marllon, anunciados como reforços nesta semana. O volante Ariel Cabral retornou de uma licença e também ainda não foi utilizado pelo técnico celeste.
O volante Jean ainda depende de melhor condicionamento físico, embora tenha entrado em campo na reta final da derrota por 2 a 1 para o Atletico, no último sábado, pelo Estadual. Recuperado de cirurgia no joelho e de incômodo na panturrilha, Robinho é outro que só pôde ser utilizado por 45 minutos nessa quarta-feira, quando a Raposa sofreu revés por 2 a 0 para o CRB, pela terceira fase da Copa do Brasil.
A paciência com Adilson tende a ser maior pelo treinador ter abraçado o momento de reconstrução do Cruzeiro. Além de ter ajudado no entendimento do momento vivido pelo clube, trabalhou em janeiro com jogadores que rescindiram seus contratos e precisou promover atletas da base que, segundo avaliação interna, ainda não estavam preparados para serem utilizados na equipe profissional. A disposição para trabalhar diante de tantas adversidades, “sem reclamar”, conforme analisou uma fonte, conta a favor do comandante.

Apoio do elenco

Depois da derrota por 2 a 0 para o CRB, ainda no Mineirão, o meia Robinho pediu sequência de trabalho ao treinador, que já enfrenta grande resistência da torcida celeste. Nessa quarta, assim como todo o elenco, Adilson deixou o campo sob vaias das pouco mais de 13 mil pessoas que assistiram ao duelo no estádio.
“Tem que dar tranquilidade para o Adilson trabalhar. Adilson está fazendo uma reconstrução. Saiu mais de 90% dos jogadores, chegaram jogadores novos, novos da base. E ainda estão encaixando alguns jogadores. O Jean, o Ariel, que ainda vai entrar nesse time e vai melhorar muito. A gente precisa dar resultado para ter sequência”, disse.
Da redação:superesportes

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