Imprensas de Argentina e Chile destacam ‘fortuna’ paga pelo Atlético a Sampaoli

Técnico argentino receberá salário de R$ 1,2 milhão por mês

A chegada de Jorge Sampaoli ao Atlético ganhou destaque nos principais veículos de comunicação da Argentina, país onde ele nasceu, e do Chile, onde o treinador teve grande trajetória pela Universidad de Chile e pela seleção nacional. As principais manchetes deram ênfase ao alto valor do salário do comandante no Galo, estimado em R$ 1,2 milhão/mês.

“Atlético desembolsou uma fortuna e contratou Jorge Sampaoli”, destacou o jornal esportivo Olé, da Argentina. “Jorge Sampaoli seguirá dirigindo no Brasil: contrato milionário com Atlético Mineiro”, reforçou a página eletrônica do jornal argentino La Nación. O diário Clarín, um dos principais do país, seguiu a mesma linha: “Jorge Sampaoli tem um novo clube e com um contrato suculento”.

O portal Infobae também valorizou o contrato milionário do argentino no Galo: “Jorge Sampaoli volta a comandar: clube paga uma fortuna para conseguir seus serviços”.

A imprensa do Chile também deu grande espaço para o acerto de Sampaoli com o Atlético. O treinador de 59 anos dirigiu no país o O’Higgins (2008/2009), a Universidad de Chile (2011/2012) e a Seleção Chilena (2013 a 2016).

“Jorge Sampaoli assina com Atlético e terá sua segunda aventura a cargo de um time brasileiro”, destacou o portal Emol, lembrando o trabalho do argentino no Santos em 2019.

O portal esportivo En Cancha foi direto: “Sampaoli assinou com Atlético Mineiro, do Brasil”. O portal lembrou a novela em que se transformou a negociação entre o treinador e o Galo em dezembro e que não teve final feliz. Dois meses depois, as conversas foram retomadas e resultaram num acordo até dezembro de 2021.

O portal do jornal La Tercera ressaltou a missão de Sampaoli de substituir o venezuelano Rafael Dudamel, que ficou menos de dois meses no cargo e foi eliminado pelo modesto Afogados na segunda fase da Copa do Brasil.

O Twitter da Fifa também registrou o acerto de Sampaoli com o Atlético e exaltou alguns feitos de sua carreira: liderou a Seleção Chilena em seu primeiro título (Copa América de 2015); conquistou o primeiro título continental com a Universidad de Chile (Sul-Americana de 2011); encerrou a sequência invicta de 40 jogos do Real Madrid, dirigindo o Sevilla; inesperadamente levou o Santos ao segundo lugar do Brasileiro de 2019; e foi terceiro colocado na eleição do melhor técnico de 2015, atrás de Luís Enrique, do Barcelona, e Pep Guardiola, do Bayern de Munique.

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