Chega de demissões? Presidente do Atlético cita desejo antigo e diz que quer manter Levir até o fim do mandato

Sérgio Sette Câmara apresentou o técnico nesta quinta na Cidade do Galo

O mandato de Sérgio Sette Câmara no Atlético ainda não completou um ano, mas o clube, sob seu comando, vai para o terceiro treinador na temporada. Na tarde desta quinta-feira, Levir Culpi, desejo antigo do presidente alvinegro, foi apresentado. O mandatário, que já quis contratar o treinador no início de 2018, espera que ele seja o último a ser apresentado até o fim de sua gestão, que se encerra em 2020.

O clube iniciou a temporada com Oswaldo de Oliveira, último técnico da era Daniel Nepomuceno no Atlético, que durou apenas seis jogos em 2018. A primeira opção era Levir Culpi, que estava no Cerezo Osaka, do Japão. Como não conseguiu acertar com o treinador, optou por manter Thiago Larghi, primeiramente como interino, e depois como comandante efetivo.

“É com imensa satisfação que eu venho aqui hoje para apresentar nosso novo comandante, o Levir Culpi. Essa é a quinta passagem do Levir aqui no Atlético. Nossa aposta é que ele vá ter mais uma jornada de muito sucesso, como foram as outras quatro. Nós acreditamos muito no trabalho do Levir. Eu, particularmente, queria muito que ele tivesse vindo para cá no início do ano, mas, infelizmente, ele estava no Japão. Eu tentei através do Domênico um contato, mas não foi possível naquela oportunidade. Naquela oportunidade foi quando procurei o Levir e ele estava empregado no Japão. Procuramos por outros treinadores, não muitos, que no meu modo de ver se encaixariam aqui dentro do clube. Como não encontramos nenhum que no nosso modo de ver atenderia aos nossos anseios, entendemos por apostar no Thiago. Ele vinha já de um trabalho com Oswaldo, tinha trabalhado com Felipão, tinha feito estágio fora do Brasil. Agora, entendemos que havia necessidade de mudança”, disse Sette Câmara, que desejou sorte a Thiago Larghi, demitido nessa quarta.

“Agradecemos muito ao Thiago Larghi. Ele é uma ótima pessoa, um rapaz de muito brio. Eu tenho muita gratidão a ele, muito respeito, muita admiração. Ainda novo, assumiu um time que tem uma torcida importante, um time que tem uma camisa grandiosa. E ele enfrentou os desafios, ele foi corajoso. Então, eu tenho que deixar bem clara a minha palavra de muito agradecimento e muito sucesso a ele. Eu tenho certeza que ele vai trilhar um caminho de muitas conquistas. Voltando a falar do Levir… O Levir já é conhecido de todos nós aqui. A gente sabe da capacidade do Levir. Ele é um ganhador e veio para cá para ser campeão. Por isso, fomos buscar o Levir. Fui pessoalmente a Curitiba juntamente com o Lásaro. Lá estivemos durante todo o dia de ontem conversando com ele. Mais à noite, chegamos a um consenso. Graças a Deus, fechamos um contrato que vai se iniciar agora e vai até o final de 2019. Eu efetivamente espero que vá até o final do meu primeiro mandato”.
Em sua última entrevista como treinador do Atlético, Thiago Larghi deu a entender que o clube estava no limite por causa da falta de qualidade do elenco alvinegro. Sette Câmara defendeu as contratações feitas e disse que o time só fez um grande investimento, no colombiano Yimmi Chará (mais de R$ 24 milhões). O jogador é titular absoluto da equipe.
“O que ele podia fazer de diferente? A minha identificação acho que não é só minha, acho que a torcida inteira identificou. Há alguns jogos, o time caiu de rendimento. A própria torcida andou reclamando. Eu, como torcedor, não estava satisfeito com o que via. Há alguns dias, vinha analisando essa situação e imaginando o que deveria ser melhor para nosso futuro. Acho que o que aconteceu é que não tem a ver com a mudança no meio do ano, não foram tantas peças assim: trouxemos Chará para o lugar do Róger Guedes, é uma mudança de estilo, mas é um grande jogador. Nós fizemos basicamente 17 contratações sem gastar dinheiro. Isso é muito difícil. Jogador que chega para vestir a camisa custa caro. Esse jogador foi o Chará. Fomos ao mercado para suprir uma ausência. Já prevendo que poderia acontecer a saída do Guedes, fomos ao mercado buscar um jogador caro. Outros jogadores foram apostas. Nessas condições de dificuldades financeiras temos boas respostas e não muito boas assim. Se eu tivesse o saco de dinheiro que o Palmeiras tem, eu também acertaria bastante. Outros também que vieram para cá vão fazer muito sucesso ainda e vão trazer muitas alegrias para a torcida do Atlético e também vão trazer recursos. É o caso por exemplo do Emerson, que buscamos na Ponte Preta. É um jogador que, com 19 anos, Seleção Brasileira de base, titular do Atlético, é um jogador para a próxima Copa do Mundo, talvez. Talvez não dure muito aqui. É um fenômeno que talvez não possamos segurar. A dificuldade de segurar um jogador no elenco no Brasil é enorme. Recebi num espaço de três horas mais de 50 ligações do Róger Guedes na minha semana de férias. Esse tipo de coisa é difícil de segurar. Eu acho que o Terans é uma boa aposta, eu acredito muito no Leandrinho também. Não vou ficar citando nomes, mas acho que a gente tem uma safra boa de jogadores jovens. Acho que o Atlético é, dos oito primeiros colocados, um dos elencos mais jovens do Brasil. A gente talvez precise de trazer um pouco de maturação a esse elenco, se Deus quiser, estando na Libertadores do ano que vem. É assim que a gente trabalha. Com erros e com acertos.
É meu primeiro ano aqui na administração do Atlético. Eu sei que poderia ter sido melhor. Poderia, também, ter sido pior, como o ano passado. Nós estamos trabalhando duro, dia a dia, com muita honestidade, e buscando o que tem de melhor para o Atlético. Foi o que eu acabei de fazer. Acho que eu busquei o que tem de melhor para treinar o Clube Atlético Mineiro e fazer com que a gente tenha um ano de 2019 muito melhor”, disse.
Sem obrigação de Libertadores
O técnico Thiago Larghi, enquanto esteve no comando do Atlético, sempre ressaltou o objetivo de brigar pela vaga na Copa Libertadores. Com a chegada de Levir Culpi, o presidente Sérgio Sette Câmara disse que não existe a palavra ‘obrigação’ para confirmar a classificação.
“Essa palavra aí, essa ‘obrigação’ não existe. Foi falada ano passado e no meu modo de ver, de forma equivocada. O que existe é trabalho, seriedade, sentimento”.
Cutucada
Apesar de não ter conquistado títulos na atual temporada, o presidente Sérgio Sette Câmara fez uma boa avaliação de seu trabalho no primeiro ano como mandatário do Atlético. Ele ainda fez questão de falar que o ano é melhor do que o de 2017, o último de Daniel Nepomuceno à frente do Alvinegro.
“Sei que poderia ter sido melhor e pior, como no ano passado (o primeiro ano). Acho que busquei o que tem de melhor para treinar o Atlético e fazer com que a gente tenha um ano de 2019 muito melhor”, concluiu.
Da redação:superesportes

Sincerão, Levir diz ter pouco conhecimento do elenco do Atlético e planeja esquema simples: ’10-10′

Técnico não imagina, neste começo de trabalho, a volta do estilo ‘Galo Doido’

Levir Culpi foi sincero em sua primeira entrevista coletiva no retorno ao Atlético: ele conhece pouco do atual elenco alvinegro. O treinador revelou que assistiu poucas partidas do time na atual temporada. Sendo assim, ele vai precisar de tempo para entender como cada jogador vai render melhor em campo e qual será o esquema tático mais propenso a dar resultados positivos ao Alvinegro até o fim de seu contrato.

“Eu, na verdade, tenho pouco conhecimento. Assisti a poucas partidas do Atlético. Tenho pouco conhecimento do elenco. Quero conhecê-los nos treinamentos e também nos jogos para ter a minha visão da capacidade deles, inclusive para definir plano tático. Não tem plano tático definido antes de vê-los. Às vezes, as coisas acontecem naturalmente. Quero observá-los primeiro para depois tomar uma decisão tática de escalação”.

Da última passagem de Levir pelo Atlético restam poucos jogadores: o goleiro Victor, o lateral-direito Patric, o zagueiro Leonardo Silva, o volante Lucas Cândido e o atacante Luan. Além deles, o treinador trabalhou com Ricardo Oliveira no Santos. O restante teve o primeiro contato com o novo comandante nessa quinta-feira.
Quando Levir saiu, no fim de 2015, o Atlético tinha um estilo de jogo agressivo, de marcação alta. A equipe marcava muitos gols, mas o rendimento defensivo era criticado constantemente. Era o famoso esquema ‘Galo Doido’, que levou o Alvinegro aos títulos da Copa Libertadores, em 2013, e da Copa do Brasil, em 2014. Atualmente, a equipe preza mais pela posse de bola e corre menos riscos em campo.
Levir Culpi afirmou que ainda não pensou qual esquema tático será implantado no Atlético, mas quer um time em que todos ataquem e defendam. “A ideia (para o time) é fazer um sistema mais simples: o 10-10. Ou seja: dez atacam e dez defendem”.
Apesar disso, Levir Culpi já pede uma preparação especial dos hospitais em Belo Horizonte. Afinal de contas, em 2014, o treinador levou o clube a viradas épicas na Copa do Brasil. Ele garante: vai virar a chave atual do Atlético.
“Quero agradecer as palavras do presidente. É um prazer estar aqui mais uma vez, é a quinta. O Gallo aqui também do lado, com a comissão técnica, que conheço quase todos. Me sinto muito bem e forte aqui no Atlético. Em relação ao time, é uma coisa engraçada, porque alguns times reagem de maneira diferente sob alguns comandos. Então, eu quero conhecer alguns jogadores. Ainda temos um período de dez jogos aproximadamente. Nesse período, vou ter oportunidade de definir e conhecer melhor os jogadores. Para conhecer um jogador, é necessário que você tenha um bom ambiente também no clube. Se você não proporciona um bom ambiente aos jogadores, você não tira nada deles. É como nós. Nós temos que estar em um lugar onde nós possamos nos sentir bem. A produtividade vem naturalmente. Conversei rapidamente com eles hoje para falar sobre isso. Quero observar alguns jogadores, porque o Atlético tem um elenco que eu considero bom. Tem bons atletas. O número de atletas também é alto, não é um elenco pequeno. Não é tão difícil. Se você fizer um número de gols, de assistências, temos uma maneira de dizer se foi baixo ou alto o nível de produtividade. Realmente, o Atlético ficou aquém do que pode oferecer. Mas ficou aquém por quê? Esses jogadores podem oferecer mais do que isso. Talvez isso tenha acontecido também. Esse período é importante para eu conhecê-los e para tomar algumas decisões já para a temporada que vem. Aí você conhece uma pré-temporada diferente, com espírito, um ambiente diferente, um objetivo diferente. E tenho certeza que juntos mais uma vez vamos virar isso aqui. Vamos virar, e o Atlético vai voltar a aumentar o número de pessoas que frequentam os hospitais aqui de BH”, concluiu.
Da redação:superesportes

Cavani parabeniza Arrascaeta por título da Copa do Brasil, e torcida pede contratação do atacante

Após a felicitação, cruzeirenses pediram a contratação do uruguaio do PSG

O atacante Edinson Cavani, do Paris Saint-Germain, parabenizou o meia cruzeirense Giorgian De Arrascaeta pelo título da Copa do Brasil de 2018. O troféu foi conquistado nessa quarta-feira, após o Cruzeiro bater o Corinthians por 2 a 1, na Arena Corinthians, em São Paulo, pelo jogo de volta da final.

O atacante Edinson Cavani, do Paris Saint-Germain, parabenizou o meia cruzeirense Giorgian De Arrascaeta pelo título da Copa do Brasil de 2018. O troféu foi conquistado nessa quarta-feira, após o Cruzeiro bater o Corinthians por 2 a 1, na Arena Corinthians, em São Paulo, pelo jogo de volta da final.
“Quero te parabenizar amigo. Não deu para fazer isso pessoalmente, mas queria deixar público por você é um exemplo, pelo que fez nesses dias. Viajou milhares de quilômetros para vestir a camisa da seleção e depois voltar, sacrificando muitas coisas voltando para a sua equipe, para um jogo tão importante. Parabéns companheiro, pois você viajou muitos quilômetros e isso tem que ser falado. Não apenas por isso, você é um exemplo, por isso quis deixar esse recado público. Quero te parabenizar e desejar o melhor. Isso é algo para se destacar. Somos companheiros de seleção, e você merece muito. Te amo muito”, disse o atacante do PSG, em vídeo divulgado nas redes sociais.
Cavani e Arrascaeta são parceiros na Seleção Uruguaia e atuaram juntos na Copa do Mundo da Rússia, quando os celestes foram até as quartas de final. Após a mensagem, vários torcedores cruzeirenses pediram para que o atacante atuasse ao lado do camisa 10 no Cruzeiro. Veja algumas interações entre os usuários do Twitter e o astro do PSG.
Um dos maiores ídolos da história do PSG, Cavani já marcou 176 gols em 254 partidas oficiais pelo clube e conquistou 16 títulos – quatro edições do Campeonato Francês, cinco da Copa da Liga Francesa, três da Supercopa da França e quatro da Copa da França. O craque está vinculado à agremiação parisiense até junho de 2020.
Da redação:superesportes

Diante de multidão em BH, Cruzeiro comemora Copa do Brasil e batiza Praça Sete de ‘Praça Seis’, número alusivo ao hexa

Mais de 20 mil torcedores receberam jogadores em festa no Centro de BH

“A Praça Sete virou Praça Seis!”. Dedé, zagueiro do Cruzeiro, levou os mais de 20 mil torcedores à loucura com essa declaração. “Uh, é Praça Seis! Uh, é Praça Seis!”, respondeu a multidão. Localizado nas avenidas Afonso Pena e Amazonas, o marco zero de Belo Horizonte recebeu o “novo nome” em alusão ao hexa da Copa do Brasil, conquistado pelo time celeste nessa quarta-feira com vitória sobre o Corinthians por 2 a 1, em São Paulo, pelo jogo de volta da decisão. Maior campeão isolado do torneio, o clube mineiro acumulou R$ 61,9 milhões em prêmio e garantiu vaga na fase de grupos da Copa Libertadores de 2019.

Iniciada na madrugada, a comemoração foi estendida durante o dia. Houve recepção aos jogadores no Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, carreata na Avenida Antônio Carlos, uma das principais de BH, e desfile no caminhão do Corpo de Bombeiros. O foguetório em várias partes da capital, os buzinaços e o trânsito complicado em vias movimentadas definitivamente pararam a cidade. O clima de sábado ensolarado de carnaval tomou conta de uma quinta-feira chuvosa na parte da manhã e nublada à tarde.

Em Confins, cerca de 500 torcedores acompanharam o desembarque. O zagueiro Leo segurou a taça e posou para fotos com os cruzeirenses. Na sequência, por volta das 14h, os integrantes da delegação foram divididos em dois ônibus e percorreram 35 quilômetros até o 3º Batalhão do Corpo de Bombeiros, no Bairro São Francisco, em Belo Horizonte. Lá, jogadores, comissão técnica, dirigentes e convidados subiram em um trio elétrico e iniciaram a carreata até o Centro. O cortejo de seis quilômetros foi seguido por torcedores e escoltado por policiais militares. Quem transitava pelo local sem participar da comemoração precisou ter muita paciência, já que o veículo gastou quase quatro horas no trajeto rumo ao Centro.

A espera dos ídolos, os cruzeirenses começaram a se aglomerar na Praça Sete e fecharam o trânsito nos dois sentidos. A chuva deu uma trégua. O sol até surgiu para acalorar a multidão. Enquanto isso, vendedores ambulantes aproveitavam para faturar. Um latão de cerveja saía por R$ 5. Já a faixa de campeão era comercializada por R$ 8 a R$ 10. Havia também venda de camisas, raposas de pelúcia, comida e até mesmo de lugar ‘privilegiado’ para assistir à festa. Homens cobravam R$ 5 para o acesso à varanda de um edifício localizado na esquina da Avenida Afonso Pena com Rua dos Carijós.

Foto: Web

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O trio elétrico do Cruzeiro, que passou pela Avenida dos Andradas, em frente à Praça da Estação, chegou à Praça Sete às 18h. O zagueiro Dedé, eleito o melhor jogador da partida contra o Corinthians, e o armador Robinho, autor do primeiro gol, foram os ‘porta-vozes’ do grupo. “Temos o melhor e o segundo melhor goleiro do Brasil”, disse Dedé, referindo-se a Fábio e Rafael. Na celebração houve espaço para cutucadas ao rival Atlético. Por volta das 18h30, o veículo com os jogadores deixou o Centro e foi para a sede administrativa do Barro Preto, ao lado do parque esportivo celeste, onde houve queima de fogos.

Da redação:superesportes

Cruzeiro aguarda resposta do STJD sobre pedido de efeito suspensivo para Sassá

Time celeste mantém esperanças de contar com atacante na Copa do Brasil

O Cruzeiro aguarda resposta do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) sobre o pedido de efeito suspensivo para o atacante Sassá, punido com seis partidas de suspensão por ter dado soco em Mayke, lateral-direito do Palmeiras, no jogo de volta das semifinais da Copa do Brasil (dia 26 de setembro, no Mineirão). Procurada pela reportagem do Superesportes, a assessoria de comunicação do STJD informou que até as 19h desta segunda-feira não havia recebido nenhuma posição do auditor João Bosco Luz, responsável por analisar o caso. A decisão, portanto, deverá ser oficializada nesta terça-feira. O expediente do Tribunal será aberto às 10h.

O clube celeste mantém esperanças de contar com Sassá no duelo de volta da decisão da Copa do Brasil, contra o Corinthians, às 21h45 desta quarta-feira, na Arena Corinthians, em São Paulo. Na partida de ida, na qual o camisa 99 cumpriu suspensão automática, a Raposa venceu por 1 a 0, no Mineirão, no último dia 10. O gol foi marcado por Thiago Neves, de cabeça, aos 45min do primeiro tempo.

Na última quinta-feira (11/10), Sassá foi penalizado por unanimidade pela Quinta Comissão Disciplinar do STJD com base no texto do artigo 254-A do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD). “Desferir dolosamente soco, cotovelada, cabeçada ou golpes similares em outrem, de forma contundente ou assumindo o risco de causar dano ou lesão ao atingido”. O relator do processo foi o auditor José Nascimento.

Responsável por representar o Cruzeiro, o advogado Teothonio Chermont recorreu da decisão que condenou Sassá em primeira instância. O recurso será julgado em breve pelo Pleno do STJD. Não há, até o momento, data para a realização do pleito. Vale ressaltar que o Palmeiras conseguiu efeito suspensivo para Mayke e Diogo Barbosa, que pegaram duas partidas de gancho. Os atletas, portanto, estão liberados para jogar no Campeonato Brasileiro enquanto a apelação não é analisada pelo Tribunal.

O episódio
No fim do jogo entre Cruzeiro e Palmeiras, uma disputa de bola entre o zagueiro Leo e o volante Felipe Melo deu início ao tumulto. Os atletas trocaram pedidos de desculpa, mas quem estava fora do lance levou o choque a sério. No meio da confusão, Mayke recebeu de Sassá um soco em cheio no rosto, enquanto Diogo Barbosa agrediu Lucas Romero com um tapa. Ajudado pelo árbitro de vídeo Anderson Daronco (FIFA/RS), o carioca Wagner do Nascimento Magalhães (FIFA/RJ) expulsou todos os agressores e relatou o ocorrido na súmula da partida. No caminho para os vestiários do Mineirão, Mayke e Sassá voltaram a se estranhar e foram contidos por seguranças dos clubes. Imagens registradas na zona mista do estádio ajudaram os auditores do STJD a tomarem a decisão.

O Cruzeiro aguarda resposta do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) sobre o pedido de efeito suspensivo para o atacante Sassá, punido com seis partidas de suspensão por ter dado soco em Mayke, lateral-direito do Palmeiras, no jogo de volta das semifinais da Copa do Brasil (dia 26 de setembro, no Mineirão). Procurada pela reportagem do Superesportes, a assessoria de comunicação do STJD informou que até as 19h desta segunda-feira não havia recebido nenhuma posição do auditor João Bosco Luz, responsável por analisar o caso. A decisão, portanto, deverá ser oficializada nesta terça-feira. O expediente do Tribunal será aberto às 10h.

O clube celeste mantém esperanças de contar com Sassá no duelo de volta da decisão da Copa do Brasil, contra o Corinthians, às 21h45 desta quarta-feira, na Arena Corinthians, em São Paulo. Na partida de ida, na qual o camisa 99 cumpriu suspensão automática, a Raposa venceu por 1 a 0, no Mineirão, no último dia 10. O gol foi marcado por Thiago Neves, de cabeça, aos 45min do primeiro tempo.

Na última quinta-feira (11/10), Sassá foi penalizado por unanimidade pela Quinta Comissão Disciplinar do STJD com base no texto do artigo 254-A do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD). “Desferir dolosamente soco, cotovelada, cabeçada ou golpes similares em outrem, de forma contundente ou assumindo o risco de causar dano ou lesão ao atingido”. O relator do processo foi o auditor José Nascimento.

Responsável por representar o Cruzeiro, o advogado Teothonio Chermont recorreu da decisão que condenou Sassá em primeira instância. O recurso será julgado em breve pelo Pleno do STJD. Não há, até o momento, data para a realização do pleito. Vale ressaltar que o Palmeiras conseguiu efeito suspensivo para Mayke e Diogo Barbosa, que pegaram duas partidas de gancho. Os atletas, portanto, estão liberados para jogar no Campeonato Brasileiro enquanto a apelação não é analisada pelo Tribunal.

O episódio
No fim do jogo entre Cruzeiro e Palmeiras, uma disputa de bola entre o zagueiro Leo e o volante Felipe Melo deu início ao tumulto. Os atletas trocaram pedidos de desculpa, mas quem estava fora do lance levou o choque a sério. No meio da confusão, Mayke recebeu de Sassá um soco em cheio no rosto, enquanto Diogo Barbosa agrediu Lucas Romero com um tapa. Ajudado pelo árbitro de vídeo Anderson Daronco (FIFA/RS), o carioca Wagner do Nascimento Magalhães (FIFA/RJ) expulsou todos os agressores e relatou o ocorrido na súmula da partida. No caminho para os vestiários do Mineirão, Mayke e Sassá voltaram a se estranhar e foram contidos por seguranças dos clubes. Imagens registradas na zona mista do estádio ajudaram os auditores do STJD a tomarem a decisão.
Da redação:superesportes

Torcedores planejam festa em Confins no embarque do Cruzeiro para decisão da Copa do Brasil

Convocação ocorreu por meio das torcidas organizadas do clube celeste

Por meio das redes sociais, torcedores do Cruzeiro planejam uma festa no Aeroporto de Confins nesta terça-feira, às 14h30, antes do embarque da delegação para a decisão da Copa do Brasil, em São Paulo. O segundo duelo da final da competição, contra o Corinthians, está marcado para as 21h45 desta quarta-feira, em Itaquera (veja abaixo da reportagem a convocação da Máfia Azul, principal organizada do clube).

Em entrevista coletiva concedida nesta terça-feira, o lateral-direito Edilson comentou a relação do torcedor com o time nesta temporada. O camisa 22 relembrou outros momentos em que o cruzeirense se mostrou próximo à equipe em 2018 e exaltou o papel da torcida. “Nossa torcida já deu prova do amor imenso que tem pelo time, pelo Cruzeiro, em todos os momentos apoiando. Na Libertadores mesmo, com o placar de 2 a 0, muitos não sabem mas eles fizeram faixas para os jogadores e botaram perto das nossas casas, dizendo que acreditavam em nós. No Mineiro, a gente tinha perdido para o Atlético por 3 a 1 e eles começaram aquela campanha para passar no meio da torcida para entrar em campo e nos motivou mais para virar o jogo”, relembrou.

“São ‘n’ jogos que a torcida do Cruzeiro não tem que provar nada para ninguém do amor incondicional pela equipe, do seu fechamento com o time e o time fechado com  eles. E a torcida do Corinthians também está do lado dos jogadores. Tem que ser assim, festa linda, sem violência, e cada um torcendo da melhor maneira possível, apoiar seus jogadores, com uma festa maravilhosa. Ambas as torcidas estão de parabéns. A gente sempre frisa para que não haja violência, isso é o ruim do futebol, suja um pouco a imagem dos torcedores. Ficamos felizes com as festas, são todos muito bem-vindos”, complementou o lateral-direito.

Para a decisão, o Cruzeiro não terá o lateral-esquerdo Egídio. Ele está suspenso por ter levado o terceiro cartão amarelo na Copa do Brasil no jogo de ida da final. Lucas Romero e Marcelo Hermes brigam pela vaga. O meio-campista uruguaio Arrascaeta está com a seleção de seu país para disputa de amistosos na Ásia e deverá chegar a São Paulo às 16h de quarta-feira. A tendência é que ele inicie a partida no banco de reservas.
O Cruzeiro venceu o jogo de ida, no Mineirão, por 1 a 0, com gol do meia Thiago Neves. Na volta, a equipe celeste pode até empatar que conquistará seu sexto título da Copa do Brasil. Em caso de vitória corintiana por um gol de diferença, o troféu será decidido nos pênaltis. Qualquer triunfo por dois tentos ou mais de diferença garante o tetracampeonato ao Corinthians.
Da redação:superesportes

Com reservas, Cruzeiro volta a encontrar dificuldades e é derrotado pelo Vasco em São Januário

Mano preservou titulares já de olho no segundo jogo da final da Copa do Brasil

Os reservas do Cruzeiro saíram mais uma vez derrotados de campo neste domingo, no Rio de Janeiro. Gols de Yago Pikachu e Maxi López, em falhas de marcação de Patrick Brey e Lucas Silva, respectivamente, determinaram a vitória do Vasco por 2 a 0, em São Januário. Mancuello ainda acabou expulso na reta final do segundo tempo e impediu qualquer tentativa de reação dos mineiros na partida válida pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, a Raposa caiu uma posição na tabela e agora ocupa a 10ª colocação.

Mano Menezes preservou os titulares já de olho no segundo e decisivo compromisso pela final da Copa do Brasil, contra o Corinthians, na próxima quarta-feira, às 21h45, em São Paulo. Já a próxima partida da Raposa pelo Campeonato Brasileiro será contra a Chapecoense, no próximo domingo (dia 21 de outubro), às 19h, no Independência.

O jogo

Com um time formado apenas por jogadores reservas, o Cruzeiro sentiu falta de entrosamento para conseguir criar as jogadas ofensivas no primeiro tempo em São Januário. Ainda assim, apesar de praticamente não conseguir agredir o Vasco, os mineiros também não passaram grandes sustos. Como de praxe nas equipes de Mano Menezes, a marcação cruzeirense se mostrou segura na maior parte do tempo.

A principal tentativa do Cruzeiro no primeiro tempo foi com David, aos 13′. O atacante fez boa jogada individual pela esquerda, cortou para o meio e ainda fintou dois marcadores antes de finalizar. A bola desviou em Werley e quase complicou o goleiro Fernando Miguel, que precisou espalmar para a linha de fundo. Essa foi a única chance clara de gol do primeiro tempo do duelo no Rio de Janeiro.

Na volta do intervalo, depois de muitas vaias do torcedor no fim do primeiro tempo, o Vasco resolveu correr atrás do resultado. Logo na primeira jogada de ataque da equipe, aos 3′, o primeiro gol. Jogador mais perseguido pela torcida alvinegra, o lateral-esquerdo Fabrício ganhou de Cacá, levou a bola até a linha de fundo e encontrou Yago Pikachu livre de marcação na pequena área. O goleador teve apenas o trabalho de colocar a bola para dentro do gol de Rafael. 1 a 0.

O gol do Vasco mudou a história do segundo tempo. O jogo ficou mais aberto e ganhou velocidade. Mano Menezes logo acionou Sassá e Raniel, que estavam no banco de reservas. Com a dupla em campo, o Cruzeiro chegou com David, aos 7′, em falha na saída de bola dos donos da casa. Por pouco o camisa 11 não marcou. Três minutos depois, foi Sobis que teve chance de finalizar, mas o chute saiu sem força.

No momento em que o Cruzeiro agredia o Vasco e chegava ao gol adversário com mais perigo, o Vasco aproveitou falha defensiva dos mineiros para ampliar o placar. Aos 24′, Lucas Silva foi desarmado por Maxi López na entrada da área. O atacante bateu colocado e acertou o canto esquerdo de Rafael. 2 a 0. Para piorar a situação da Raposa, Mancuello acabou expulso dois minutos depois do tento por entrada dura em Andrey. O cartão vermelho impediu qualquer tentativa de reação dos mineiros na partida e determinou mais uma derrota dos reservas cruzeirenses.

VASCO x CRUZEIRO

Vasco
Fernando Miguel; Luíz Gustavo, Werley e Leandro Castán (Henríquez); Ramon, Brun Ritter, Andrey, Bruno Cosendey (Henrique) e Fabrício (Giovanni Augusto); Yago Pikachu e Maxi López. Técnico: Alberto Valentim.

Cruzeiro
Rafael; Ezequiel, Cacá, Murilo e Patrick Brey; Lucas Silva e Bruno Silva (Sassá); Rafael Sobis, Mancuello e David (Rafael Santos); Fred (Raniel). Técnico: Mano Menezes.

Gols: Yago Pikachu (aos 3’2ºT) e Maxi López (aos 24’2ºT)
Cartões amarelos: Andrey, Leandro Castán, Jordi, Werley, Maxi López, Luíz Gustavo (Vasco); Bruno Silva (Cruzeiro)
Cartão vermelho: Mancuello (Cruzeiro)

Público pagante: 10.841 pessoas
Público presente: 11.376 pessoas
Renda: R$ 249.945,00

Motivo: 29ª rodada do Campeonato Brasileiro
Local: São Januário, no Rio de Janeiro (RJ)
Data e horário: 14 de outubro de 2018 (domingo), às 16h
Árbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza (SP)
Assistentes: Anderson José de Moraes Coelho (SP) e Bruno Salgado Rizo (SP)

Da redação:superesportes

Atlético joga mal, América desperdiça chances, e clássico termina sem gols no Independência

Victor fez quatro grandes defesas; João Ricardo salvou o Coelho uma vez

Atlético e América entraram em campo no Independência pressionados pela vitória no Campeonato Brasileiro. O Alvinegro, que busca colar no G4, jogou mal, criou poucas chances claras de gol e não conseguiu balançar as redes. O Alviverde, que luta contra o rebaixamento, mostrou disposição e teve as melhores oportunidades, mas também não conseguiu marcar. Os goleiros foram os grandes destaques do clássico que terminou 0 a 0 no Horto.

O goleiro Victor, do Atlético, fez, pelo menos, quatro grandes defesas no clássico. O camisa 1 do América, João Ricardo, salvou um chute cara a cara já no fim. Os dois brilharam no Independência.
Com o empate, o Atlético perdeu a chance de encostar no Grêmio, 5º colocado. O Galo soma agora 46 pontos, quatro a mais do que o Santos, 7º. Já o América soma 33 pontos, na 15ª posição, dois pontos acima da Chapecoense, primeira equipe na zona de rebaixamento.
Na próxima rodada, o Atlético visita o Fluminense, no domingo, às 16h, no Maracanã. Um dia antes, também às 16h, o América recebe o Grêmio no Independência.
O jogo
O técnico Thiago Larghi fez seis mudanças no Atlético em relação ao time que perdeu para a Chapecoense. O time alvinegro contou com o retorno de três titulares o técnico foi obrigado a mexer por causa das ausências de Emerson, José Welison e Chará.
Já no América, Adilson Batista não contou com Leandro Donizete e Wesley. O técnico do Coelho resolveu escalar um time mais ofensivo, com a entrada de Matheusinho no lugar de um dos volantes.
O América foi melhor no primeiro tempo. O time alviverde marcou forte em seu campo, dando poucos espaços para o Atlético jogar, comandou a posse de bola (53% a 47%) e criou as melhores chances de gol. Ruy, duas vezes, e Carlinhos, de falta, tentaram abrir o placar. Mas as melhores chances foram de Matheusinho, que parou duas vezes em boas defesas de Victor, destaque alvinegro na etapa inicial.
O Atlético teve dificuldades em construir. Bem marcado, o time abusou dos lançamentos longos, que quase sempre tiveram os jogadores do Coelho como endereço. A equipe atleticana teve em Tomás Andrade, uma das novidades do time, sua válvula de escape. O argentino, com dribles e arrancadas, tentava levar o Galo ao ataque. Em chute de fora da área, ele quase abriu o placar.
Mas as melhores chances do Atlético na etapa inicial surgiram em erros do América. Na primeira, Gerson Magrão recuou mal e quase Ricardo Oliveira conseguiu vencer João Ricardo. A segunda, já na reta final do primeiro tempo – curto período de pressão do ataque alvinegro -, foi com Luan, após erro de Matheus Ferraz. O ‘Menino Maluquinho’ ficou cara a cara com o goleiro do América, mas ficou indeciso na hora de finalizar, driblou o goleiro, mas ficou sem ângulo para marcar.
O América voltou para o segundo tempo com Giovanni na vaga de Gerson Magrão. O Atlético voltou com a mesma formação. E o Coelho, já no início da segunda etapa, teve grande chance de marcar. Carlinhos fez grande jogada, deixou adversários para trás e deixou Ruy cara a cara, mas o meia parou em grande defesa de Victor.
O lance pareceu ter acordado o Atlético, que partiu para a pressão sobre o América. O Galo foi para cima, tentou várias jogadas, em todas em bolas aéreas, mas sem perigo. Quem chegou com perigo foi o Coelho, com Luan, que chutou para boa defesa de Victor.
O Coelho seguiu assustando nos contra-ataques. Victor salvou em chutes de Robinho e Juninho. O Atlético tentou pressionar, mas a única grande chance foi com Tomás Andrade, que parou em defesa espetacular de João Ricardo. Fim de jogo e vaias da torcida atleticana no Horto.
ATLÉTICO 0 X 0 AMÉRICA
 
Atlético: Victor, Patric, Leonardo Silva, Maidana e Fábio Santos; Adilson; Luan (Nathan, aos 32/2ºT), Elias (Matheus Galdezani, aos 41/2ºT), Cazares e Tomás Andrade (Edinho, aos 41/2ºT); Ricardo Oliveira.
Técnico: Thiago Larghi
América: João Ricardo, Aderlan, Messias, Matheus Ferraz e Carlinhos; Juninho e Zé Ricardo; Matheusinho (Robinho, aos 22/2ºT), Ruy (Aylon, aos 28/2ºT) e Gerson Magrão (Giovanni, no intervalo); Luan
Técnico: Adilson Batista
Cartão amarelo: Leonardo Silva, aos 45/2ºT
Motivo: 29ª rodada do Campeonato Brasileiro
Local: Independência, em Belo Horizonte
Público: 20.526
Renda: R$ 181.204,00
Data e horário: domingo, 14 de outubro, às 19h
Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza
Assistentes: Alex Ribeiro e Tatiane Sacilotti Camargo
Da redação:superesportes

Sem Chará, Larghi estuda possibilidades do Atlético para o clássico; veja as opções

Atacante colombiano desfalcará time para defender a seleção

Melhor driblador do Atlético no Campeonato Brasileiro, Yimmi Chará não disputará o clássico contra o América. O atacante colombiano, que é titular absoluto do time comandado pelo técnico Thiago Larghi, foi convocado pela Seleção Colombiana para amistosos contra Estados Unidos e Costa Rica. Por isso, não defenderá a equipe alvinegra no duelo deste domingo, 19h, no Independência, pela 29ª rodada. Mas quem o substituirá?

Thiago Larghi tem pelo menos seis opções no elenco para a vaga. Nenhuma, entretanto, é unanimidade. Chará, que alterna boas e más atuações, também não o é. Apesar de a irregularidade ser uma situação natural em função do processo de adaptação ao futebol brasileiro, o colombiano é cobrado, especialmente por ter sido o maior investimento financeiro da diretoria atual.
Quem surge como um dos principais postulantes a ocupar o setor esquerdo da linha de três atacantes do 4-3-3 do Atlético é Tomás Andrade. “É uma opção, mas vamos ver durante a semana”, limitou-se a dizer Larghi. O meia argentino tem características bem diferentes das de Chará. Seria uma possibilidade de mais cadência e aproximação e menos verticalidade, profundidade e amplitude.
Apesar de ter disputado apenas 14 dos 28 jogos do Campeonato Brasileiro, Chará é o jogador do Atlético que mais driblou durante a competição. Foram 22 tentativas, com 17 acertos e cinco erros. Além de ter esse fundamento como qualidade, o colombiano também se destaca pela velocidade. São características relativamente parecidas com as de Edinho e Leandrinho, outras duas opções de Larghi para o setor.
Foto: Web

Foto: Web

Emprestado pelo Chelsea, Nathan é outra possibilidade. O jovem meia de 22 anos já atuou de duas formas pelo Atlético: centralizado e aberto pelas pontas. Emendou quatro jogos como titular, mas não engrenou. Após mais de um mês, voltou a campo na goleada por 5 a 2 contra o Sport, no Independência. É opção com bom passe e finalização de média distância.
Falando em chutes de média distância… David Terans, que tem como uma das maiores virtudes a finalização potente, pode ser acionado por Larghi para a vaga de Chará. O meia-atacante uruguaio jogou dez vezes com a camisa do Atlético. Foi titular apenas na vitória por 2 a 0 sobre o Paraná, quando deu assistência para o gol do zagueiro Leonardo Silva.
Corre por fora na disputa o jovem Bruninho, de 18 anos. Acionado com certa frequência por Oswaldo de Oliveira no início da temporada, perdeu espaço sob o comando de Thiago Larghi. Atualmente, alterna treinos na equipe principal e jogos como titular nas categorias de base do Atlético.
Além de Chará, o Atlético também não contará com Emerson no clássico contra o América. O lateral-direito defenderá a Seleção Brasileira sub-20 em amistosos contra o Chile, nos dias 13 e 15, em Santiago. Há, porém, a expectativa pelas voltas de Cazares e Ricardo Oliveira. Os dois não entraram em campo na derrota por 1 a 0 para a Chapecoense, nesse domingo, em função de dores musculares.

Da redação:superesportes

Cruzeiro libera carga extra de 2.500 ingressos para decisão contra o Corinthians

Após reunião com a Federação Mineira de Futebol, a Polícia Militar e a Minas Arena, clube celeste venderá tíquetes dos setores Laranja e Vermelho

O Cruzeiro liberou carga extra de 2.500 ingressos para o jogo contra o Corinthians, às 21h45 desta quarta-feira, no Mineirão, pela partida de ida da final da Copa do Brasil. O clube venderá tíquetes adicionais dos setores Laranja Inferior, Laranja Superior, Vermelho Inferior e Vermelho Superior. Os detalhes foram acertados na tarde desta segunda-feira, após reunião entre o clube celeste, a Federação Mineira de Futebol, a Polícia Militar e a Minas Arena.

Os preços de inteira estabelecidos pelo Cruzeiro são de R$ 150 (Vermelho Superior e Vermelho Inferior), R$ 120 (Laranja Superior) e R$ 100 (Laranja Inferior). Apenas os sócios poderão adquirir as entradas, via site oficial do programa e aplicativo. Há diferentes descontos para cada tipo de categoria: Cruzeiro Tradição – 100%; Cruzeiro Ouro – 100%; Cruzeiro Prata – 50% a 100%; Cruzeiro Bronze – 50% a 100%; Cruzeiro Eterno – 60%; e Cruzeiro Sempre – 30%
Vale ressaltar que o sócio que já efetuou a compra de sua entrada com dedução poderá adquirir até dois tíquetes extras somente pelo preço de inteira. Antes, o clube celeste já havia comercializado cerca de 53 mil ingressos. Nessa conta estão incluídos os 2.400 destinados à torcida do Corinthians.Os 2.500 bilhetes extras foram possíveis graças ao remanejamento da carga de um patrocinador do setor Vermelho Inferior para o Roxo Inferior. Além disso, a Polícia Militar aceitou liberar a presença de cruzeirenses em blocos mais próximos à divisória do espaço reservado aos corintianos.

A Minas Arena também negocia as últimas entradas para Cruzeiro x Corinthians. Nesta segunda-feira, a assessoria da administradora do Mineirão informou que ainda há 200 ingressos do setor vermelho inferior (R$ 150 inteira/R$ 75 meia) e 1.200 do Mineirão Tribuna (R$ 400 inteira/R$ 200 meia). As opções mais caras são os camarotes Brahma (R$ 1.000 inteira/R$ 500 meia) e Vermelho (R$ 20 mil, para 20 pessoas). A venda ocorre pela internet, no site futebolcard.com, e na bilheteria Sul do Mineirão.

Por causa do ganho de lugares, existe a possibilidade de o público no Mineirão ultrapassar a marca de 60 mil presentes em Cruzeiro x Corinthians. Na final da Copa do Brasil de 2017, vencida pela Raposa diante do Flamengo – 5 a 3, nos pênaltis, depois de 0 a 0 no tempo normal -, o estádio recebeu 61.146 espectadores (56.467 pagantes).
Na Copa do Brasil de 2018, a equipe do técnico Mano Menezes realizou três partidas em Belo Horizonte, contra Atlético-PR (1 a 1), Santos (derrota por 2 a 1 no tempo normal e vitória nos pênaltis por 3 a 0) e Palmeiras (1 a 1). A média de público é de 40.402 pagantes e 46.212 presentes.
Pentacampeão da Copa do Brasil (1993, 1996, 2000, 2003 e 2017), o Cruzeiro se tornará o maior vencedor da competição caso supere o Corinthians na decisão. Também está em jogo para o time celeste uma premiação acumulada de R$ 61,9 milhões, sendo R$ 50 milhões pelo título e R$ 11,9 milhões nas fases anteriores.
Da redação:superesportes

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