Veja cinco curiosidades do Cruzeiro para a final do Mineiro contra o Atlético

Times decidem título do Estadual neste sábado, às 16h30, no Independência

Atlético e Cruzeiro se enfrentam neste sábado, a partir das 16h30, no Independência, pela partida de volta da final do Campeonato Mineiro. Na ida, melhor para o time celeste, que venceu por 2 a 1, no último domingo, no Mineirão. Para ser campeão, a Raposa precisa apenas do empate. Veja cinco curiosidades sobre o Cruzeiro para a final do Estadual contra o Atlético:

1) Primeiro título no ‘novo’ Independência?

O possível troféu do Cruzeiro neste sábado sentenciaria o fim do ‘jejum’ no ‘novo Independência’. Embora tenha levantado o troféu de hexacampeão da Copa do Brasil em partida festiva no Horto, o time celeste jamais venceu um campeonato atuando no estádio, reformado em 2011. Na última oportunidade que teve, acabou derrotado pelo Atlético na final do Campeonato Mineiro de 2017. E agora, a história será diferente?

2) Invencibilidade contra brasileiros

Foi justamente essa decisão do Estadual de 2017 que marcou o último revés do Cruzeiro em mata-matas para equipes brasileiras. Desde então, o clube superou todos os adversários nacionais nas disputas diretas. Na Copa do Brasil de 2017, o clube eliminou Chapecoense, Palmeiras e Grêmio antes de vencer o Flamengo na decisão. Já em 2018, a Raposa bateu Patrocinense, Tupi e Atlético para ser campeão do Mineiro. Na Copa do Brasil, chegou ao hexacampeonato superando Atlético-PR, Santos, Flamengo, Palmeiras e Corinthians. Em 2019, o clube alcançou vaga na decisão derrotando Patrocinense e América nas quartas e semifinais, respectivamente.

3) Fred: três vezes artilheiro no século

Fred tem a artilharia do Campeonato Mineiro praticamente garantida. Ele já anotou 11 gols na competição, três a mais do que Alerrandro, do Atlético, que nem é utilizado como titular na equipe do técnico Rodrigo Santana. Ricardo Oliveira, o terceiro colocado, tem sete tentos marcados. Se confirmar essa conquista, o camisa 9 do Cruzeiro será artilheiro do torneio pela terceira vez no século. Antes, ele foi o autor do maior número de gols nas edições de 2005 (Cruzeiro) e 2017 (Atlético).

4) Fábio: próximo de liderar outro ‘ranking’ 

Jogador com mais partidas pelo Cruzeiro na história – são 852 -, o goleiro Fábio poderá ultrapassar as lendas Raul e Dirceu Lopes no ranking de maiores campeões pelo clube. Se levantar o troféu do Campeonato Mineiro, o camisa 1 chegará ao número de 12 conquistas pela Raposa. Atualmente, ele tem 11, atrás de Ricardinho (15), Marcelo Ramos (14), Piazza (13), Zé Carlos (12) e Nonato (12).

5) Mais um Estadual invicto?

Neste sábado, diante do Atlético, o Cruzeiro terá a oportunidade de conquistar um título do Campeonato Mineiro de maneira invicta pela 12ª vez em sua história. Desde a criação da competição, o clube celeste já levantou o troféu do Estadual sem ser derrotado em 1926, 1929, 1930, 1944, 1968, 1969, 1992, 1994, 2003, 2009 e 2014. Caso o clube confirme o caneco, seria o 39º Mineiro de sua história.
Da redação:superesportes

Veja cinco curiosidades do Atlético para a final do Mineiro contra o Cruzeiro

Times decidem título do Estadual neste sábado, às 16h30, no Independência

Atlético e Cruzeiro se enfrentam neste sábado, a partir das 16h30, no Independência, em Belo Horizonte, pela partida de volta da final do Campeonato Mineiro. Na ida, melhor para o time celeste, que venceu por 2 a 1, no último domingo, no Mineirão. Para ser campeão, o Galo precisa vencer.
Veja cinco curiosidades sobre o Atlético para a final do Mineiro contra o Cruzeiro:

1) Chance de igualar Inter, Ceará e Remo

Se vencer, o Atlético conquistará o Campeonato Mineiro pela 45ª vez e igualará a marca o Internacional, maior campeão gaúcho. Ceará e Remo também tem 45 troféus estaduais, mas podem conquistar o 46º neste domingo. Apenas ABC (55), Bahia (47), Paysandu (47) e Rio Branco (47) ganharam mais vezes.

2) Última taça de Leonardo Silva?

O título mineiro pode ser o último da vitoriosa carreira do zagueiro Leonardo Silva. O defensor de 39 anos tem contrato apenas até o fim deste semestre e, a princípio, se aposentará. Jogador e diretoria alvinegra negociam ampliação do vínculo até dezembro.

3) A primeira vez de técnico e jovens

Pode ser o primeiro título da carreira do técnico interino Rodrigo Santana, que, em 2017, ganhou a simbólica taça de campeão do interior de Minas Gerais com a URT. Além dele, 14 jogadores do elenco buscam o primeiro troféu como profissional: Guga, Alerrandro, David Terans, Iago Maidana, Hulk, Bruninho, Leandrinho, Michael, Marquinhos, Neto, Martín Rea, Renan Guedes, Matheus Stockl e Alessandro Vinícius.

4) Interino campeão há quase 40 anos

Se for campeão, Rodrigo Santana não será o primeiro técnico interino a conquistar o título mineiro pelo Atlético. Em 1982, o preparador físico Antônio Lacerda, ex-goleiro do Democrata-SL, assumiu provisoriamente a vaga do demitido Barbatana. Foram seis jogos sob o comando do interino, com cinco vitórias e uma derrota. Ao fim da fase final, título alvinegro, com o Cruzeiro vice-campeão.

5) Taças no Horto

O Atlético foi campeão mineiro no ‘novo’ Independência duas vezes: em 2012, sobre o América, e em 2017, ao bater o Cruzeiro. Rival deste sábado, o time celeste nunca conquistou uma taça no estádio desde a reinauguração, em 2012.
Da redação:superesportes

Invencibilidade, poder ofensivo e artilheiro: trunfos do Cruzeiro para manter vantagem e ser campeão mineiro

Raposa joga por empate no clássico contra o Atlético, sábado, no Independência

Em vantagem na final do Campeonato Mineiro por ter ganhado do Atlético por 2 a 1, no Mineirão, o Cruzeiro se inspira na boa campanha de 2019 para manter o rendimento no jogo de volta. A invencibilidade no ano, o poder ofensivo da equipe e o faro de gol de Fred são trunfos da Raposa, que dependerá de empate no clássico de sábado, às 16h30, no Independência, para levantar a taça do estadual pela 38ª vez.
O último revés do Cruzeiro foi há quase cinco meses, em 25 de novembro de 2018: 2 a 0 para o Flamengo, no Mineirão, pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro. Depois, o time encerrou a participação na Série A empatando por 0 a 0 com o Bahia, fora de casa.
Em 2019, a diretoria reformulou o elenco, liberando atletas pouco aproveitados, casos de Mancuello e Bruno Silva, e contratando reforços para serem titulares, como os meias Rodriguinho e Marquinhos Gabriel. Um dos frutos desse planejamento é a sequência de 19 partidas sem derrota.
No Mineiro, o Cruzeiro venceu 11 jogos e empatou quatro. Na Libertadores, tem 100% de aproveitamento no Grupo B, com 12 pontos em quatro rodadas. No geral, marcou 43 gols (média de 2,26 por partida) e sofreu apenas oito. A equipe só passou em branco no empate por 0 a 0 com o América, no Independência, pela primeira fase do Estadual. Nos 18 duelos restantes, fez dois ou mais gols em 13 ocasiões.
O principal nome do setor ofensivo do Cruzeiro é o experiente Fred, de 35 anos, que vive fase extraordinária na carreira, com 14 gols em 15 jogos em 2019. No clássico de domingo, ele chegou a fazer o terceiro da Raposa, porém o árbitro Wagner do Nascimento Magalhães anulou a jogada após consulta ao assistente de vídeo (VAR). No lance, o centroavante cabeceou a bola no próprio braço antes de balançar a rede.
No Mineiro, Fred soma 11 gols e provavelmente será o artilheiro, já que Alerrandro e Ricardo Oliveira, ambos do Atlético, têm oito e sete, respectivamente. Em 2017, quando vestiu a camisa alvinegra, o camisa 9 foi o goleador máximo do Estadual, com 10, e também se sagrou campeão.
Outros destaques ofensivos do Cruzeiro são Rodriguinho e Marquinhos Gabriel, com quatro gols cada. Este último foi o responsável por abrir o placar no jogo de ida, ao receber passe de Fred e contar com desvio de Leonardo Silva na finalização. No segundo tempo, ele esteve perto de anotar mais um, em chute colocado da entrada da área, mas parou em ótima defesa de Victor.
Defensivamente, o Cruzeiro também está em alta, principalmente em função da segurança transmitida pelo goleiro Fábio e do entrosamento entre os zagueiros Dedé e Leo e os volantes Henrique e Lucas Romero. Em 2019, o time ficou sem sofrer gol em 13 dos 19 jogos, sendo seis de maneira consecutiva, e foi vazado duas vezes somente no empate com o Boa, por 2 a 2 (quarta rodada da primeira fase), e na vitória sobre o América, por 3 a 2 (jogo de ida da semifinal).
O zagueiro Leo acredita que o Cruzeiro tem condições de manter os números favoráveis e se sagrar campeão no Independência. “Conseguimos fazer um bom jogo (no Mineirão), inverter a vantagem do adversário. Ao meu ver, fizemos um bom jogo. Sabíamos que o jogo seria difícil, se tratando de um clássico, uma final, tudo que envolve. Tínhamos o objetivo de inverter a vantagem que era do adversário, e conseguimos. É um duelo de 180 minutos e estamos cientes e preparados para trabalhar, focar, dedicar, e cumprir o nosso objetivo no final de semana para conquistar mais um título”.
Principais artilheiros do Cruzeiro em 2019
Fred – 14 gols
Rodriguinho – 7 gols
Marquinhos Gabriel – 4 gols
Raniel, David e Rafinha – 3 gols
Robinho e Leo – 2 gols
Retrospecto do Cruzeiro em 2019
19 jogos
15 vitórias
4 empates
0 derrota
43 gols marcados
8 gols sofridos

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Da redação:superesportes

Fernando Leal fala sobre ‘briga sadia’ com Airton por vaga no gol do América

Leal foi o goleiro titular do América no Mineiro e na Copa do Brasil

O América anunciou na última segunda-feira o acerto com o goleiro Airton, de 24 anos, para a Série B do Campeonato Brasileiro. A princípio, o novo reforço do Coelho disputará posição no gol com Fernando Leal. O anfitrião tratou a concorrência com o recém-contratado como uma ‘briga sadia’.
“O Airton foi contratado e vamos recebê-lo muito bem, como sempre fazemos. Acredito que quanto mais jogadores puderem chegar para qualificar o elenco, melhor será para o América. Espero uma briga sadia pela posição e, quem estiver melhor, será escolhido pelo Givanildo para jogar”, disse o goleiro de 37 anos.
Fernando Leal foi o titular do América durante o Campeonato Mineiro e nos dois jogos pelas fases iniciais da Copa do Brasil. O goleiro atuou em 14 partidas do clube em 2019 e ficou de fora apenas do empate por 2 a 2 com o Guarani, quando foi substituído pelo reserva Glauco.
O goleiro Fernando Leal assumiu a condição de titular no América após a transferência de João Ricardo para a Chapecoense, no início de 2019. Inclusive, o atual arqueiro do Coelho apontou semelhanças entre João e Airton.
“O João Ricardo chegou com, praticamente, a mesma idade que o Airton. Existe essa semelhança, mas estamos em outra época. Ele será bem recebido e estará buscando o seu espaço. Esperamos que se dê bem no América e possamos fazer uma boa parceria junto com todo o grupo”, disse.
Airton treinou com o restante do elenco pela primeira vez nessa terça-feira. O América se prepara para a estreia da Série B, contra o Operário-PR, dia 26, uma sexta-feira, às 19h15, no Estádio Germano Krüger, em Ponta Grossa.
Da redação:superesportes

Diretor do Cruzeiro reclama de postura do Atlético, lamenta estrutura do Horto e fala em final dificílima

Djian disse que o adversário quer pressionar a arbitragem antes da final

O diretor de futebol do Cruzeiro, Marcelo Djian, disse que o Atlético adotou uma postura de reclamações públicas para pressionar a arbitragem da finalíssima do Campeonato Mineiro, no próximo sábado, às 16h30, no Independência.

Depois do primeiro jogo da final, no último domingo, no Mineirão, o Atlético protestou contra a arbitragem. O diretor de futebol do Atlético, Rui Costa, disparou: “Em um lance capital, o Igor Rabello sofre um golpe de judô ou de jiu-jitsu. Tudo o que ouvimos aqui que poderia demorar, não dura dez segundos, porque termina o jogo. Por que o VAR não foi aplicado? Será que é por que favorecia o Atlético?”. O vice do Galo, Lásaro Cândido, também atacou: “Inocentes ainda acreditavam que com o VAR o Atlético não continuaria sendo garfado”.

Segundo Djian, o adversário “está fazendo de tudo para que o árbitro entre pressionado” na decisão de sábado. “Da parte do adversário, isso já começou no pós-jogo no Mineirão mesmo. Mas esperamos que seja um árbitro experiente, eperamos que minimize os erros e que faça uma boa partida e que o vencedor não saia de um lance irregular”, disse.

“O Cruzeiro sabe que existem erros a favor e contra, e a gente tem que levar isso em conta. Nós estamos em uma final, com uma pressão dirigida pelo primeiro jogo, com o adversário se dizendo prejudicado e o Cruzeiro beneficiado. Nós não pensamos desta maneira, acho que existiram erros para as duas partes, assim como acertos, e estamos vendo declarações de dirigentes adversários falando que no Independência o VAR vai ser diferente, não vão (árbitros) ter a mesma coragem que tiveram no Mineirão. Acho que o futebol não é isso, e nós esperamos que a arbitragem tenha tranquilidade, serenidade e, principalmente, idoneidade para fazer um bom trabalho, para que o futebol seja ganho dentro de campo. E é isso que o Cruzeiro está esperando desta partida”, acrescentou o dirigente.

Apesar de não compactuar com a postura dos dirigentes do Atlético, o Cruzeiro enviou à Federação Mineira de Futebol (FMF) um documento reclamando de lances em que o clube teria sido prejudicado. “Foi enviado um ofício, enviamos um relatório em que nós achamos que a arbitragem não acertou. Acho que é normal, todo clube faz, ainda mais se tratando de uma final”, disse.

O próprio Djian fez um relato de jogadas em que o Cruzeiro teria sido lesado pelo árbitro do jogo. “Acho que existem sempre erros a favor e contra. Nós, analisando o nosso lado, o gol do Fred teria que ser validado, porque ele fez um movimento natural. No cabeceio, ele não quis botar a mão na bola, e antes do cabeceio teve a carga do adversário no ombro dele. E o mais interessante é que nenhum adversário reclamou, estavam prontos para dar a saída, e foi um lance interpretativo. No nosso modo de ver, foi um erro. O lance do Dedé também no primeiro tempo, ele foi empurrado por um adversário na área, logo no começo do jogo. Do nosso lado basicamente foi isso”, disse Djian, que também reclamou de um lance em que a bola bateu na mão do zagueiro Igor Rabello.

Estrutura do Independência

O dirigente do Cruzeiro reclamou da estrutura do Independência para receber a decisão do Campeonato Mineiro. Djian disse que foi disponibilizado à diretoria celeste um camarote com 17 vagas. A Raposa tentou comprar outra área para receber os funcionários do clube, mas não conseguiu.

“Sempre em clássicos lá, existe dificuldade. Para este jogo temos apenas um camarote de 17 pessoas, tentamos comprar um outro, mas nem pelo estádio nem via Atlético isso foi cedido”, disse.

Djian também comentou as polêmicas caixas de som que ficam em frente à torcida visitante no Independência. “Estas caixas de som não estarão lá em frente à torcida do Cruzeiro. Mas nunca é fácil jogar lá, isso faz parte do futebol. Enquanto a federação não cobrar os clubes que fazem isso, não somos nós que vamos conseguir mudar”.

Final dificílima

Marcelo Djian acredita em uma final dificílima contra o Atlético. Por ter vencido o jogo da ida por 2 a 1, a Raposa fica com o título com um empate. Uma vitória simples dá o título ao Galo, que tem a vantagem por ter feito a melhor campanha na fase inicial do torneio.

“Nós temos muitos jogadores experientes, mas por mais que tenha isso a gente sabe da ansiedade antes da partida, é manter a calma, procurar entrar no clima da final. No ano passado foram duas partidas distintas, e acho que a gente tem esse exemplo guardado que os dois times que venceram entraram com mais vontade de ganhar nos dois jogos, e não ficar apoiado no regulamento. É tentar ganhar o jogo”, frisou

Da redação:superesportes

Nome de Rogério Ceni agrada Atlético, mas ‘perfil’ e idolatria fazem Fortaleza vislumbrar permanência

Clube segue em busca de substituto de Levir Culpi, demitido na última semana

Em busca de um substituto para o demitido Levir Culpi, o Atlético tem Rogério Ceni como um dos preferidos para assumir o cargo de treinador. Internamente, o comandante do Fortaleza é muito bem avaliado tanto pelo presidente Sérgio Sette Câmara, quanto pelo novo diretor de futebol, Rui Costa. O interesse no ex-goleiro foi noticiado pela Rádio Itatiaia e confirmado pelo site Superesportes.
A expectativa da cúpula alvinegra é que valores maiores, projeto e visibilidade do Atlético seduzam Ceni. Por outro lado, a diretoria do Fortaleza crê na permanência do treinador, que tem contrato válido até o final desta temporada. Entre os motivos da confiança, estão o ‘perfil’ do ex-goleiro e a idolatria na capital cearense.

“Não passa pela minha cabeça a saída dele. Aí é uma questão individual, não é o Fortaleza quem vai definir isso. Você sairia do trabalho em que tem a torcida ao seu lado, está brigando pelo título estadual, está na semifinal da Copa do Nordeste?”, disse, ao site Superesportes, o diretor de futebol do clube cearense, Daniel de Paula.

Um empecilho que o Atlético enfrenta é justamente o fato de Rogério Ceni estar focado em fases decisivas de competições que o Fortaleza disputa. O time está na final do Cearense e na semifinal da Copa do Nordeste.

Idolatria

Além de ser um dos responsáveis pelo bom momento vivido em 2019, Rogério Ceni foi campeão da Série B do Campeonato Brasileiro de 2018 no comando do Fortaleza. O título fez com que o ex-goleiro do São Paulo ganhasse o status de ídolo do clube cearense, que voltará a disputar a Primeira Divisão após 12 anos.

“Quando a gente trouxe o Rogério, a gente sempre projetou que ele ficasse por um longo período. A gente sabe que ele não tem costume de deixar de cumprir o trabalho, ele não tem o perfil de abandonar o trabalho”, completou Daniel de Paula.

No último domingo, Rogério Ceni foi perguntado sobre o interesse do Atlético. “Não, não tenho proposta nenhuma. Estou trabalhando aqui no Fortaleza, estou feliz. Por enquanto, não tenho proposta nenhuma de ninguém”, disse, após a vitória por 2 a 0 sobre o Ceará na partida de ida da final do Campeonato Cearense.

A diretoria do Fortaleza ainda não foi comunicada do interesse alvinegro no treinador. A negociação, ainda incipiente, tem como protagonistas Atlético e Rogério Ceni. Rui Costa tem “carta branca” da presidência alvinegra para encabeçar a busca por um novo treinador.

O ex-goleiro não tem empresário e negocia os próprios contratos. Geralmente, o advogado João Henrique Chiminazzo é acionado apenas para revisar os termos de acordos já aceitos pelo técnico.

Novo perfil
Jovem, estudioso e com proposta de montar times ofensivos, Rogério Ceni tem perfil que agrada a diretoria do Atlético. O entendimento da cúpula alvinegra é que, após tantas trocas seguidas no comando da equipe, é preciso dar sequência maior a um treinador.
Antes de Ceni, o Atlético tentou contratar Tiago Nunes. O jovem técnico, de 39 anos, preferiu permanecer no Athletico-PR. Em entrevista coletiva na última semana, Rui Costa admitiu, inclusive, a possibilidade de manter o interino Rodrigo Santana no cargo.

Luan, Cazares e Réver jogam contra o Cruzeiro? Veja novidades do departamento médico do Atlético

Time alvinegro se prepara para a finalíssima do Campeonato Mineiro, neste sábado

O Atlético detalhou, na tarde desta terça-feira, as situações físicas do zagueiro Réver, do meia Cazares e do meia-atacante Luan. Os três iniciaram a semana como dúvidas para o clássico deste sábado contra o Cruzeiro, pela volta da final do Campeonato Mineiro.

A boa notícia é sobre Luan, liberado sem restrições para as atividades. O meia-atacante se queixou de incômodo na virilha e deu lugar ao atacante Maicon Bolt no intervalo do clássico de ida da final, nesse domingo. Por outro lado, Réver e Cazares seguem como dúvidas.

Réver, em recuperação de uma pancada no tornozelo esquerdo, inicia nesta terça os trabalhos em campo com a fisioterapia. O zagueiro de 34 anos será observado ao longo da semana e ainda é dúvida para a final. O problema que o tirou do primeiro jogo da decisão foi sentido no último dia 7, quando o Atlético venceu o Boa Esporte por 5 a 0, no Mineirão, pela volta da semifinal do Estadual.
Já Cazares segue com desconforto na coxa esquerda e continua em observação. O meia equatoriano foi substituído por Vinicius logo aos 16’ do primeiro tempo do clássico no Mineirão.
Atlético e Cruzeiro se enfrentam a partir das 16h30 deste sábado, no Independência, pela volta da final do Mineiro. Na ida, melhor para o time celeste, que venceu por 2 a 1 no Mineirão. Para ser campeão, a equipe alvinegra precisa de uma vitória.
Da redação:superesportes

Com Thiago Neves em campo, Cruzeiro inicia preparação para decisão contra o Atlético

Segundo jogo da final do Estadual será no sábado, às 16h30, no Horto

Depois de ganhar folga nessa segunda-feira, o elenco do Cruzeiro se reapresentou ao técnico Mano Menezes nesta terça, em atividade na Toca da Raposa II. O grupo iniciou a preparação para o segundo jogo da final do Campeonato Mineiro, contra o Atlético, marcado para o próximo sábado, às 16h30, no Independência. A principal novidade da tarde foi a presença de Thiago Neves no trabalho em campo.

Mano Menezes já apontou que deverá utilizar o camisa 10 por algum período no duelo contra o Atlético. O treinador deu essa declaração após a vitória por 2 a 1 no jogo de ida, no último domingo, no Mineirão. Thiago Neves se recuperou de lesão na panturrilha direita e realizava trabalho de fortalecimento muscular com os profissionais do Cruzeiro. Sua última partida oficial pelo clube celeste foi contra o Tombense, em 10 de março, ainda pela fase de classificação do Estadual.
Apenas os jogadores reservas apareceram em um dos campos da Toca II nesta terça. Depois de estrear com a camisa celeste e jogar alguns minutos no jogo do último domingo, Pedro Rocha treinou normalmente. Como de praxe em reapresentações, os titulares realizaram trabalhos regenerativos na academia do CT.
Como terá todos os jogadores titulares à disposição para o duelo decisivo, Mano Menezes deverá repetir a escalação do primeiro jogo. A tendência é que o Cruzeiro comece o clássico com Fábio; Edilson, Dedé, Leo e Egídio; Henrique e Lucas Romero; Robinho, Rodriguinho e Marquinhos Gabriel; Fred. O único desfalque do time será Rafinha, que cumprirá suspensão automática após a expulsão no jogo de ida.
Como venceu o jogo de ida por 2 a 1, o Cruzeiro precisa de um empate no Independência para garantir o bicampeonato do Estadual. Já o Atlético precisa vencer por qualquer diferença de gols para levantar o troféu do Campeonato Mineiro.
Da redação:superesportes

Volta de Thiago Neves e espaço para Pedro Rocha: Cruzeiro ganha reforços em semana decisiva no Mineiro

Time celeste está a um empate de ser campeão estadual pela 38ª vez

A um empate de ser campeão estadual pela 38ª vez, o Cruzeiro ganhou reforços importantes para o seu setor ofensivo visando ao jogo contra o Atlético, às 16h30 de sábado, no Independência, pela partida de volta da final do Campeonato Mineiro. O meia Thiago Neves, recuperado de lesão na panturrilha direita, e o atacante Pedro Rocha, que participou dos minutos finais da vitória de domingo por 2 a 1, pelo jogo de ida, terão semana cheia de treinamento e estão nos planos do técnico Mano Menezes.

Thiago Neves vinha sofrendo com a enfermidade na perna direita desde a pré-temporada. Por causa disso, não conseguiu completar uma partida sequer em 2019, somando apenas 217 minutos em campo. A única participação do camisa 10 em um gol da equipe foi no empate por 2 a 2 com o Boa, em Varginha, no dia 31 de janeiro, pela quarta rodada da primeira fase. Na ocasião, ele deu passe de cabeça para Fred marcar o segundo gol cruzeirense, aos 18 minutos do segundo tempo.
A comissão técnica cruzeirense acredita que Thiago Neves, em sua melhor forma, tem condições de ser decisivo como foi nos dois últimos anos, quando jogou 112 vezes, somou 32 gols (17 em 2017, e 15 em 2018), deu 16 assistências e conquistou três títulos: dois da Copa do Brasil e um do Mineiro. Ainda que não seja titular no clássico, o meia pode surgir como alternativa a Rodriguinho, bem marcado pelos volantes do Atlético nos primeiros 90 minutos da final.
“Finalmente temos essa possibilidade. Trabalhamos para tê-la quando o Thiago pudesse entregar o melhor. É um jogador experiente, decisivo, uma parte do jogo certamente ele estará em campo”, projetou Mano Menezes, que deve utilizar Neves e Rodriguinho juntos em outras oportunidades da temporada.
Pedro Rocha, por sua vez, sentiu o gosto de jogar parte do segundo tempo no Mineirão. Ele entrou no lugar de Rodriguinho, aos 23 minutos, e teve tempo de fazer algumas tabelas com o lateral-esquerdo Egídio. “Foi muito gratificante para mim quando o Mano Menezes me chamou. Estrear em um clássico com vitória, com o estádio lotado e na presença da minha família foi maravilhoso”, disse o atacante.
Emprestado pelo Spartak Moscou, da Rússia, até dezembro, Rocha poderá ter oportunidade no Independência, uma vez que Rafinha, espécie de “12º titular” de Mano, foi expulso no Mineirão após cometer duas faltas consecutivas para cartão amarelo. “Não fará diferença para a gente. O Cruzeiro é gigante, qualquer lugar que for para jogar, entraremos para fazer o nosso melhor”, afirmou o jogador, a respeito da decisão do Atlético de mandar o clássico no Horto.
Outra opção aos titulares Robinho e Marquinhos Gabriel para as pontas é David, que marcou três gols e deu duas assistências em 2019, porém sofreu lesões na coxa esquerda e, desta forma, participou somente de sete dos 19 jogos do time.
 
Retrospecto
Para levar o Cruzeiro bicampeonato consecutivo do Campeonato Mineiro, Mano Menezes terá de ao menos arrancar um empate no Independência. Em cinco jogos sob o comando do treinador no estádio, o retrospecto é desfavorável: uma vitória e quatro derrotas. O único triunfo aconteceu há pouco mais de um ano, pela 11ª rodada da primeira fase do Estadual: 1 a 0, gol do atacante Raniel, aos 3min do segundo tempo.
Em contrapartida, o Cruzeiro não perde mata-matas para equipes brasileiras há quase dois anos. São 14 vitórias consecutivas: cinco pelo Campeonato Mineiro, oito pela Copa do Brasil e uma na Copa Libertadores. O último time a ter superado a Raposa em duelos eliminatórios foi justamente o Atlético, na final do Mineiro de 2017. Segundo Mano Menezes, o resultado construído pelo time celeste no Mineirão modificará as estratégias das duas equipes no duelo no Independência.
“Demos um primeiro passo em direção à conquista do título. A vitória nos deixa contente, podemos trabalhar uma semana já com base nessa realidade objetiva, com as escolhas do adversário, com postura do adversário, que precisa atacar o Cruzeiro no segundo jogo. Essa reversão da vantagem muda as características do confronto, a maneira como o jogo pode ser jogado. Vamos nos preparar para fazer um jogo melhor do que fizemos aqui para tentar confirmar essa condição”.
Da redação:superesportes

Em mata-matas, Atlético tem aproveitamentos parecidos no Independência e no Mineirão

Diretoria optou por jogar no horto contra o Cruzeiro, pela final do Mineiro

O Atlético preferiu o Independência ao Mineirão como local para mandar a partida de volta da final do Campeonato Mineiro, contra o Cruzeiro. A escolha se deveu, especialmente, à necessidade de vencer para conquistar o título. A diretoria alvinegra entende que a pressão da torcida no Horto faz a diferença e pode pesar favoravelmente. Mas será que tem sido assim mesmo?
Nos últimos anos, a diferença de aproveitamento como mandante no Independência em comparação com o Mineirão em jogos de mata-mata é pequena. O levantamento leva em consideração o período iniciado em 2012, quando o estádio do Horto foi reaberto. A reinauguração do Gigante da Pampulha foi em 2013.
Nesse período, o Atlético disputou 34 confrontos de mata-mata no Independência. No Horto, o time alvinegro venceu 21 vezes, teve 12 empates e perdeu apenas uma vez, o que corresponde a um aproveitamento de 73,5% dos pontos disputados. Foram 62 gols feitos e 22 sofridos.
No novo Mineirão, foram 12 jogos de mata-mata, sete vitórias, quatro empates e uma derrota. O aproveitamento é de 69,4% – aproximadamente quatro pontos percentuais a menos que os números do Independência. Foram 26 gols feitos e 11 sofridos.
Retrospecto em jogos decisivos
De 2012 para cá, o Atlético disputou 21 jogos de volta de confrontos mata-mata no Independência. Em 16 oportunidades (76,1% do total), o time alvinegro venceu a eliminatória. Em outras cinco, a equipe foi eliminada.

No Mineirão, foram sete partidas de volta a partir de 2013, entre elas a final da Copa do Brasil de 2014. Em cinco oportunidades (71,4% do total), o Atlético levou a melhor no confronto. Em duas, o time foi eliminado.

O jogo
No jogo de ida da final do Campeonato Mineiro, melhor para o Cruzeiro, que venceu por 2 a 1, no Mineirão. Ao Atlético, basta uma vitória por qualquer diferença de gols na partida de volta para conquistar o título estadual. A partida de volta está marcada para 16h30 deste sábado, no Independência.

Veja a seguir o retrospecto detalhado do Atlético em jogos de mata-mata no Independência e no Mineirão a partir de 2012
No Independência
Jogos de mata-mata: 34
Vitórias: 21
Empates: 12
Derrota: 1
Aproveitamento: 73,5%
Gols marcados: 62
Gols sofridos: 22
Jogos de ida: 11
Vitórias: 6
Empates: 5
Derrotas: 0
Aproveitamento: 69,6%
Gols marcados: 18
Gols sofridos: 5
Jogos de volta: 21
Vitórias: 13
Empates: 7
Derrotas: 1
Aproveitamento: 73%
Gols marcados: 42
Gols sofridos: 17
Classificações/títulos: 16
Confrontos em jogo único: 2
Vitórias: 2
Empates: 0
Derrotas: 0
Aproveitamento: 100%
Gols marcados: 2
Gols sofridos: 0
No Mineirão
Jogos de mata-mata: 12
Vitórias: 7
Empates: 4
Derrota: 1
Aproveitamento: 69,4%
Gols marcados: 26
Gols sofridos: 11
Jogos de ida: 4
Vitórias: 1
Empates: 2
Derrotas: 1
Aproveitamento: 41,6%
Gols marcados: 3
Gols sofridos: 4
Jogos de volta: 7
Vitórias: 5
Empates: 2
Derrotas: 0
Aproveitamento: 80,9%
Gols marcados: 20
Gols sofridos: 6
Classificações/títulos: 5
Confrontos em jogo único: 1
Vitórias: 1
Empates: 0
Derrotas: 0
Aproveitamento: 100%
Gols marcados: 3
Gols sofridos: 1
Da redação:superesportes

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