Além da discussão: Oswaldo cita calor, viagens acumuladas e fuso horário para explicar empate do Atlético no Acre

Equipe alvinegra viu Atlético-AC abrir marcador, mas buscou empate

Questões técnicas, táticas, físicas e emocionais dos jogadores do Atlético ficaram em segundo plano na noite dessa quarta-feira. A longa discussão entre o técnico Oswaldo de Oliveira e o repórter Léo Gomide foi destaque nos principais noticiários do país . Mas e sobre as questões de campo e bola? Durante a polêmica entrevista coletiva, o experiente treinador também comentou o desempenho alvinegro no empate sofrido com o Atlético-AC, por 1 a 1, pela primeira fase da Copa do Brasil.

Apesar do resultado inesperado contra um time da Terceira Divisão do futebol brasileiro, o Atlético conseguiu avançar na competição. A classificação, entretanto, não impediu as críticas de torcedores aos jogadores e ao próprio treinador, que analisou o desempenho alvinegro. Para isso, citou o calor em Rio Branco, a sequência de viagens e a diferença de fuso horário em relação a Belo Horizonte. No Acre, são três horas a menos em comparação com a capital mineira.
“Tivemos uma parada duríssima. Foi um jogo muito difícil, com circunstâncias adversas. O adversário estava muito bem preparado, jogaram o jogo do ano. Nossa equipe veio com uma história de viagens acumuladas nos últimos dias, além do fuso horário. Pesou muito para nós. No fim, alguns atletas estavam bem cansados. Eles resistiram de forma muito brava. Isso nos anima muito em relação ao futuro. Essa determinação é preponderante para quando ela começar a render o que pode. Esses últimos jogos foram com circunstâncias muito difíceis. Para quem está comentando no estúdio, no ar condicionado não é difícil, é muito fácil. Estou suando só de ficar parado. Fiquei sentado o tempo todo e estou pingando, com muito suor, por causa da umidade relativa do ar. São três horas de fuso-horário. Tudo isso a gente tem que levar em consideração. Estou absolutamente tranquilo”, analisou o treinador em entrevista coletiva na Arena da Floresta, palco da partida.
Oswaldo de Oliveira pede paciência para que o time consiga o entrosamento necessário. São sete jogadores novos no elenco. Cinco deles foram titulares nessa quarta-feira: Samuel Xavier, Arouca, Róger Guedes, Erik e Ricardo Oliveira. De acordo com o treinador, as mudanças fazem com que o processo de evolução seja mais lento.
“É o quarto jogo desse time. As condições dos dois últimos jogos foram difíceis. Jogar em Patos é muito difícil. Aqui não foi diferente. Além do percurso que cruzamos, é uma equipe que estamos preparando, mudando, os jogadores se conhecem pouco. Isso é parte da nossa trajetória. Jogadores que não se conheciam estão jogando juntos pela primeira vez. Eles demonstraram coragem, garra e luta. Esse ponto de partida é muito bom”, completou o comandante.
A próxima partida do Atlético será neste sábado, às 16h30 (de Brasília), contra a Caldense. O jogo vale pela sexta rodada do Campeonato Mineiro, competição em que o Galo ocupa a terceira colocação.
Da redação: superesportes

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